Estamos vivos tá! Só que está mó correria, chegamos de viagem já pro Chá-Bar e estamos sem tempo de tudo. Mas vamos tentar dar sinal de vida por aqui e responder os comentários e emails tá?
Estamos tão sem energia pro blog, todo mundo tem fase de desencanar com alguma coisa né? Espero que seja só uma fase. Mas empolguei de vir aqui escrever um pouquinho depois que sai do cartório.

Quando chegamos dos Eua, tinha email da Dry lembrando a gente da data pra dar entrada no processo civil (hoje – 22/06). E ontem a noite separamos os documentos, durmimos e nos encontramos na porta do cartório bem cedinho (cartório nem tava aberto ainda).
E lá estava eu, menina inocente, que tinha esquecido completamente que hoje ia escutar a pergunta “Vai modificar o nome?!“.
Hahaha! #aloca Esqueci completamente e levei um pequeno soquinho no estômago com a pergunta direta. Fato é que eu já havia pensado muito nisso, conversado com o Éric milhares de vezes, vendo se ele fazia questão e tals… tipo necessidade macho dominante sabe? Mas ele sempre falou que era escolha minha.
Pensei, pensei, pensei… e deixei pra lá… e quando foi hoje: Pan! 3 minutos pra resolver algo que não resolvi em dois anos. Olhei pra Éric, ele falou que a decisão era minha, olhei pra Papis e Mamis (nossas testemunhas de tudo na vida): Idem.
Unf… a minha questão nem é feminista e tals. Tem mulher que acha que não tem nada haver mais colocar o nome do marido, questiona porque o homem não põe o nome da mulher (já que agora pode) entre outras coisas de aspecto social/cultural. E muito menos passa perto de questões de identidade, de achar que a mudança do nome não iria mais me representar, que seria outra pessoa… nada disso.
O meu problema? Pura preguiça de burocracia…. rs… sério… mudar todos os documentos, andar com a certidão de casamento toda fez que for viajar pra fora e provar “que eu sou eu” já que o visto vai estar com o nome de solteira.
Mas lá de supetão, resolvi acrescentar o Costa de Éric. No fundo sou até romantiquinha e sempre achei fofo do tal do Mr.& Mrs.… rs…
Mas sabe o que foi engraçado? Éric que sempre falou que tanto fazia, que era escolha minha, que pra ele não tinha importância, abriu o maior sorrisão e saiu todo estufado do cartório. Vai entender né? Não adianta, os homens fingem que não, mas no fundo super ligam pra este tipo de reafirmação.
Só vou mudar os docs depois do casório, então tenho um tempinho pra ir acostumando que meu nome vai mudar e que vou ter que ir em muito “Na hora/banco/cartório” da vida.
Família Costa vai receber mais uma integrante de peso =P
Escrito pela futura Sra. Costa
PS: Noivinhos e Noivinhas: Fiquem ligados nas datas/tempos destes processos. O civil demora 35 dias pra ficar pronto, se for casar na igreja e optar pelo religioso com efeito de civil (não precisa casar antes no cartório), tem de levar esse documento expedido pelo cartório e começar o processo da igreja que demora mais um tempo e que depois de concluido tem de retornar ao cartório. Depois da procissão feita você tem 90 dias pra casar senão perde a validade. Sendo assim, se planejem pra ir ao cartório/igreja com um cronograma bonitinho, porque pode faltar ou sobrar tempo hábil e ninguém quer deixar de casar “de verdade” na data escolhida ou ter de apressar as coisas depois de tanto trabalho que a gente tem, certo?
Aqui cada um vai acrescentar um sobrenome do outro: ) Pessoalmente, hj em dia, eu (opinião pessoal) não vejo lá mt sentido em só um do casal acrescentar o sobrenome do outro. Acho mais romântico e simbólico cada um adotar um sobrenome do respectivo parceiro, representando q agora fazem parte da família do outro, e ao mesmo tempo criar uma combinação nova, particular dos 2, representando a nova família que se forma. E pelo menos passaremos pelas burocracias juntos rs, faremos um mutirão pós-lua-de-mel, deve ser a parte mais chatinha.
Acho que agora só vale o simbólico mesmo. Nesta caso preferi a tradição, pegar o nome do esposo e depois passar o nome da mãe+pai pros filhos =]